Olá pessoal,

Segue um videozinho com uma mensagem.

Abraços

“…Ela me adotou e me levou para morar com ela.
Teve um dia em que enchi a casa d’água.
Em vez de me bater, ela me abraçou.”

Você já deve ter visto essa propaganda na tv não é?

Também já deve ter visto alguma história de amor nas telas do cinema, ou na tv, internet, etc.

É… Em nossa vida presenciamos muitas histórias inesquecíveis que nos arrancam lágrimas.

Mas afinal, o que é o sentimento que chamamos de amor? Como se distingue? Com o que se parece?

Frequentemente, ao ver algum casal de namorados podemos ouvir a frase, “Eu te amo!”.
Já ouvi também diversas vezes (principalmente num grupo de mulheres) a expressão “… foi amor a primeira vista!”

Quando era criança eu amava meus cãezinhos, mas também amava meu videogame. E agora? será tudo igual?

Certa vez houve um Homem que estava prestes a ser sentenciado a morte, da pior e mais vergonhosa maneira considerada pelo seu povo.

Então, após um castigo doloroso e muitos cortes em seu corpo, o governador local decidiu liberá-lo pois não achava nenhuma prova, ou mesmo qualquer evidência de culpa naquele pobre Homem.

Muito foi interrogado, porém nada respondia.

Mas o seu povo, pessoas que conviveram com ele, que aprenderam, que foram curadas por esse mesmo Homem, pediam em alto som pela sua morte.

Então o governador tentou arrancar dEle uma explicação, algo que pudesse fazer com que ele fosse condenado ou então liberado. O governador queria um motivo para soltá-lo, um motivo que pudesse apresentar a multidão revoltada e então aliviar sua consciência.

Foi aí que aquele então Prisioneiro, vendo a aflição do governador, disse algo parecido com isso: “Você está cometendo um erro menor do que  aqueles que me entregaram a ti”

Você tem noção disso? Ele estava TRANQUILIZANDO o Homem que ia condená-lo a MORTE!

Bom, após algum tempo esse mesmo Homem, já no ato de sua condenação, no auge de sua dor e aflição, pediu ao seu Pai que perdoasse aquelas pessoas que o estavam matando.

Tudo isso, sendo Ele inocente.

Você consegue imaginar essa cena?

– Um amor que é capaz de dar a vida por outra pessoa, pessoa que talvez não goste de você;
– Capaz de perdoar a maior das traições;
– Capaz de entregar tudo, de graça, sem nenhum interesse próprio…

Na palavra de Deus diz que isso ocorreu porque Deus AMOU o mundo de uma maneira tão grande, que entregou seu próprio filho pra morrer pelos erros da humanidade.

Certa vez Jesus estava ensinando e disse: “Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus”

Percebam que Ele diz “Amai a vossos inimigos”. Ué, mas tantas pessoas dizem que o “Amor” acontece sozinho, “não mandamos no coração”, etc, etc… E agora?

Então isso significa que talvez esse “Amor” de que Ele falava nem sempre brote naturalmente dentro de nós. Isso algumas vezes pode ser algo que tenhamos que “semear”.

É triste como temos o costume de dar a qualquer sentimento o nome de “Amor”.

– Atração física;
– Admiração;
– Estima;

Enfim, esses são somentes alguns casos.

Mas o amor não é isso, definitivamente não é!

Um sentimento tão poderoso, capaz de acabar com qualquer tipo de manifestação do mal.
Sentimento que cura qualquer doença, sara qualquer ferida, acalma qualquer ódio…

As vezes numa das minhas utópicas viagens filosóficas, fico imaginando o que aconteceria se eu hoje abraçasse quem me odeia, sorrisse a quem me fez chorar, ajudasse a quem muito já me atrapalhou, perdoasse a quem me feriu, etc,etc…

Por que isso as vezes é tão dificil?

Talvez possa ser a única real arma que temos contra todo o mal desse mundo…

Ultimamente tento pensar nas pessoas como crianças. Lembrar de gestos puros, caridosos, acolhedores.

Olhares sinceros, sorrisos, lágrimas de tristezas e alegrias.

Lembro também de gestos nobres, de pessoas que abandonaram fortunas pra viverem dedicadas aos mais pobres.

Lembro me do meu pai, que sempre trabalhou árduamente e gastava talvez um dinheiro que não tinha, então no meio da noite, ia escondidinho na sala colocar meu presente debaixo da árvore de natal, dizendo que um velhinho de barbas brancas o tinha deixado lá.

Sabe, atos que me fazem acreditar nas pessoas.

Atos que nos encorajam a pagar o mal com o bem; a injustiça com a justiça, a impiedade com o perdão, a guerra com a paz, o ódio com amor.

Aquele maravilhoso amor, semente, dom de Deus, personificado e revelado ao mundo através de seu Filho Jesus.

E que pode transformar a sua história e muitas outras, para sempre.

“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.

Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;

Não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade;

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O amor nunca acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;

Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;

Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.

Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.

Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.”

1 Coríntios 13: 1-13